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Como é ser voluntário do Agile Brazil?

Pela primeira vez tive a oportunidade de participar de um Agile Brazil. Depois de estar presente em alguns eventos regionais e workshops, resolvi me inscrever como voluntária e, para minha alegria, fui selecionada junto com meu colega Walmyr Filho para ser integrante do time.

Quais as responsabilidades do voluntário?

Após a confirmação da participação, os próximos passos foram as reuniões via hangout que, além da integração, serviam para realizar os planejamentos das tarefas de modo geral. Os organizadores dão autonomia ao time de voluntários e, como primeira missão, escolhemos nossa camiseta optando pelo azul royal, que nos caracterizou como os Smurfs! <3

Acertamos nossas alocações (sim, os voluntários tem direito de assistir às palestras!) e deixamos tudo encaminhado para o primeiro encontro. Enfim conheci aquelas carinhas que durante semanas pipocavam no e-mail. Eu tive a sorte de morar na cidade sede, Florianópolis, mas foi muito legal ver o empenho do pessoal que veio dos lugares mais diversos como Rio de Janeiro, Brasília e Belém.

Go! Go! Go!

Depois de uma dinâmica muito bacana de integração, onde todos puderam se conhecer e dar boas risadas, começamos a mão na massa: montar cerca de 800 kits para os participantes. Materiais gráficos, canetas, camiseta, caneca e mochila; os amantes de brindes não puderam reclamar este ano!

E chegou dia 05/11/14, a data de início do Agile Brazil 2014. Estávamos lá antes dos participantes, na loucura do credenciamento e na chapelaria guardando as malas de pessoas de todos os cantos do Brasil.
Estar ciente das informações acerca do evento e ter a proatividade de ajudar independente da sua alocação é um requisito básico para ser um bom voluntário. E olha, não é querer defender meu time, mas os Smurfs deram um show no que se refere à união e senso de equipe.

O trabalho é árduo, mas é massa!

Não posso negar, é uma correria danada durante os três dias de evento. Os voluntários são os primeiros a chegar e os últimos a sair. Temos que organizar as entradas, colher os feedbacks, cuidar das salas, estar sempre disponíveis e acessíveis aos ouvintes e palestrantes, contornar as situações imprevistas e ter muito jogo de cintura, buscando proporcionar a melhor experiência possível a todos os presentes. Sem contar os dailies e as retrospectivas ao final de cada dia e uma geral após o encerramento.

Mas a oportunidade de conhecer agilistas dos mais diversos níveis, trabalhar enquanto assiste uma palestra de caras como Joseph YoderBarry O’Reilley vale muito a pena. Você cria um excelente grupo de amigos e uma rede de contatos melhor ainda. Ah, sem esquecer do reconhecimento dos participantes, o que torna tudo ainda mais gratificante.

Muito conhecimento, compartilhamento de boas experiências, networking, risadas e trabalho: essas são as principais palavras que poderiam resumir este momento. Se você tiver a oportunidade, se inscreva para o próximo ano, em Porto de Galinhas/PE, e divida com a gente este aprendizado. Eu pretendo repetir a dose 🙂

Foto de Breno Campos


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